Mais uma lista com alguns filmes mudos fora do território americano. Lista repleta de preciosidades que merecem a descoberta.
Asfalto (Asphalt) - 1929 - Alemanha
Haxan: A Feitiçaria Através dos Tempos (Haxan) - 1922 - Suécia
Häxan documenta as perseguições movidas contra as feiticeiras numa Europa atravessada pela intolerância religiosa. O filme é narrado em primeira pessoa, como se o diretor desejasse demonstrar uma tese, assim enunciada: “A crença nos maus espíritos, feitiçaria e bruxaria é o resultado de ingênuas noções sobre o mistério do universo”. Torturas, possessões e rituais de Sabá são aqui dramatizados numa narrativa de docudrama, ilustrando uma série de analogias entre o mundo moderno e o período da Inquisição.
Limite - 1931 - Brasil
Em um pequeno barco, três náufragos, duas mulheres e um homem, relembram seu passado recente. Em uma série de flashbacks, eles revelam suas histórias. Uma mulher fugiu da prisão; outra deixou um casamento opressivo e infeliz; o homem está apaixonado pela esposa de outra pessoa.
Para passar um tempo com Gabriela, sua namorada, Rito aparece disfarçado de mulher, fingindo ser a nova operadora dos correios. Um dos primeiros filmes com um papel transgênero, o primeiro em Portugal.
A Garota do Pântano (Tösen från Stormyrtorpet) - 1917 - Suécia
Helga é uma jovem solteira que tem um filho de um homem casado muito mais velho. Depois que o homem mais velho se recusa a pagar pensão alimentícia alegando não ser o pai da criança, o pai de Helga insiste que ela leve o homem ao tribunal.
Asfalto (Asphalt) - 1929 - Alemanha
Uma bela e bem vestida mulher rouba uma pedra preciosa de uma joalheria. O joalheiro, um senhor bem velho, prefre deixá-la fugir, mas um policial consegue detê-la e resolve aplicar a lei. Para escapar da prisão ela tenta seduzir o homem, que gradualmente vai sucumbindo à beleza da assaltante. Mas um passado criminoso colocará em xeque esta relação.
Häxan documenta as perseguições movidas contra as feiticeiras numa Europa atravessada pela intolerância religiosa. O filme é narrado em primeira pessoa, como se o diretor desejasse demonstrar uma tese, assim enunciada: “A crença nos maus espíritos, feitiçaria e bruxaria é o resultado de ingênuas noções sobre o mistério do universo”. Torturas, possessões e rituais de Sabá são aqui dramatizados numa narrativa de docudrama, ilustrando uma série de analogias entre o mundo moderno e o período da Inquisição.
O fascínio pelo cinema mudo me traz uma dimensão intensa na fotografia e um enorme interesse pelo cinema entre guerras no começo do século passado. Excelente proposta e recomendações.
ResponderExcluirO cinema mudo é fascinante né?
ExcluirFeliz que tenha gostado!
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